Com Célio Gomes Certa vez, na minha rotineira caminhada, me encantei com um pequeno cãozinho, que fazia peripécias pelos canteiros centrais da Avenida Dom José André Coimbra, nas imediações da lindíssima Igreja MARANATA. O bichinho rolava pela grama e saltitava com uma alegria contagiante. Qualquer pedaço de plástico, de papel ou de qualquer coisa servia-lhe de diversão. Além disso, ele recepcionava as pessoas que passavam com seus latidos alegres e corria ao lado delas, durante certo trecho... Daí pensei comigo mesmo: “Por isso dizem que bondade e …
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