Fonte: Diário Espírita As incompreensões ferem, sobretudo quando nascem exatamente dos lugares onde o coração imaginou repouso, acolhimento e lealdade. Uma palavra distorcida, um julgamento precipitado, uma exigência injusta, e logo a alma sente a antiga tentação de interromper o próprio passo, como se a incompreensão alheia pudesse anular a verdade do dever abraçado com sinceridade. Nesse ponto delicado, muita gente se enfraquece não por falta de boa vontade, mas por conceder aos ruídos exteriores um poder que eles não deveriam possuir. A vida in…
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