Muitos políticos são bem assessorados. Outros pensam que são. Alguns sabem que não são. O problema é que, no “chapéu” da incompetência, o “relógio de ponto” emperra e leva patrões e companheiros à breca; Sem cargos e sem o que é pior, (chuif!) longe do gostinho do poder, por muito, muito tempo...
Nós, comunicadores, preferimos ter o que elogiar, ao invés de ter o que criticar. Não esperamos reconhecimento por isso. Contentamos-nos em encarar da seguinte forma: Indiferente da pessoa “dar ares da sua graça” ou não, o que realmente importa é que esteja fazendo jus ao elogio. “Afinal, é a COMUNIDADE que sempre ganha no somatório das atitudes positivas”!
Nas críticas, mesmo que seja de cunho
extremamente construtivo, aí o “bicho pega”! Têm os que exigem retratação e até
os que falam em “processar”. Também vez ou outra surge aquele tipo que nos
“ameaça fisicamente” e tem até a “figurinha rancorosa” que se nos dedica um
falso “sorriso amarelo”, tipo: “Me guarde”! No meu caso sempre fui muito
cauteloso em me inteirar dos fatos concretos, antes de comentar qualquer
assunto. Assim, não há porque intimidar-me com “cara feia”! Mas já fui muito
prejudicado através de retaliações covardes. Acho que foi numa dessas ocasiões
que criei a frase: “Tempo, tempo, tempo, o que é que é mais astuto
que tu”? (...).