Coluna Em Cima da Linha, de Célio Gomes, Edição Jornal de Patrocínio de 22 de Janeiro de 2011

      Muitos políticos são bem assessorados. Outros pensam que são. Alguns sabem que não são. O problema é que, no “chapéu” da incompetência, o “relógio de ponto” emperra e leva patrões e companheiros à breca; Sem cargos e sem o que é pior, (chuif!) longe do gostinho do poder, por muito, muito tempo...

      Nós, comunicadores, preferimos ter o que elogiar, ao invés de ter o que criticar. Não esperamos reconhecimento por isso. Contentamos-nos em encarar da seguinte forma: Indiferente da pessoa “dar ares da sua graça” ou não, o que realmente importa é que esteja fazendo jus ao elogio. “Afinal, é a COMUNIDADE que sempre ganha no somatório das atitudes positivas”!



     Nas críticas, mesmo que seja de cunho extremamente construtivo, aí o “bicho pega”! Têm os que exigem retratação e até os que falam em “processar”. Também vez ou outra surge aquele tipo que nos “ameaça fisicamente” e tem até a “figurinha rancorosa” que se nos dedica um falso “sorriso amarelo”, tipo: “Me guarde”! No meu caso sempre fui muito cauteloso em me inteirar dos fatos concretos, antes de comentar qualquer assunto. Assim, não há porque intimidar-me com “cara feia”! Mas já fui muito prejudicado através de retaliações covardes. Acho que foi numa dessas ocasiões que criei a frase: “Tempo, tempo, tempo, o que é que é mais astuto que tu”? (...).