Num tempo bem distante da nossa época, uma grande imensidão de terra teria sido destinada às pessoas de bem. Mas, como o bem e o mal são que nem a luz com a escuridão; Distintos, contudo situados na ordem de pesos e medidas, também naquele “paraíso” vingou coisa muito ruim. Quando tudo parecia perdido, uma mágica se fez: Grandes oceanos se formaram, com tal grandeza que o chão que então se lhes apresentava algo interminável, ficou repentinamente pequeno e tímido. Depois do tamanho impacto das ondas, sacudindo violentamente local e cercanias, veio a calmaria... Bolhas de água surgiram e estimuladas por uma leve brisa, levaram todas as boas criaturinhas. Assim se povoaram os mares. Mas daí se povoou a terra “mais uma vez”, sob o efeito das “bolhas” que se deixaram tomar como redomas; Para ostentação do ser politicamente correto, regado aos melindres e presumido de rematado, contudo suscetível ao sistema por ele criado. E o “Pescador” passou por sobre as águas de novo, e de novo foi ignorado pela arrogância que omite, humilha e nunca aprende. Mas Ele não desiste nunca. Apenas chora e lamenta por aqueles que desistem Dele...