Até onde vai à importância do dinheiro? Certos seres humanos lhe dão importância exagerada, e acabam se esquecendo dos maiores “tesouros”... Somos escravos do tempo, não só porque inventamos o relógio, mas também por darmos tanta volta em vão, sem definição exata dos nossos rumos. Claro que o homem pode registrar suas glórias e fracassos com maior precisão...
Se vivermos em paz e harmonia, o “tic - tac” do relógio soa como uma melodia suave... Se estivermos num período de tensão, cada segundo é cruel, alertando, acusando e zombando da nossa “vulnerabilidade”. Somos assim mesmo: “Eméritos construtores dos nossos próprios temores”. O tempo se encarrega de nos tornarem mais velhos e mais sábios, ou atropela nossa inteligência, confundindo nossas idéias. Mas são mesmo as "idas e vindas" na apreciação equivocada de valores, que nos detona sem piedade! “Poucos tem estratégia que evita tecer seus próprios descaminhos, e ou malícia para se esquivar das artimanhas da vida”...