RECORDANDO UMA DAS MINHAS COLUNAS DO JP DE NOVEMBRO/1998:


                                                                              
PELA ESCOLA DA VIDA 

ILUSTRATIVA
Poucos dias depois que foi publicada no Jornal de Patrocínio, a crônica de minha autoria, intitulada  ANJO  MULHER, em homenagem ao dia das Mães, encontrei-me com o Empresário Luiz Alberto Ribeiro, que fez o seguinte comentário: “Célio, quero parabenizá-lo pela belíssima crônica, que realmente diz tudo sobre as mães, fiquei emocionado.” Quase três meses depois, falecia Dona Nilza (77 Anos), mãe do amigo Luiz Alberto. Recebi a notícia com um aperto no coração, mas dediquei a ela minhas orações e recordei-me do testemunho recente de um dos seus dez filhos... Senti um certo acalento, pois Dona Nilza viveu cercada de muito carinho, reverenciada como uma mãe deve e merece ser. O Jornalista Humberto Correia também publicou a crônica ANJO MULHER em seu Jornal Correio Regional... Ao nos pedir autorização para transcreve-la, assim se expressou: “Nossa, que coisa mais linda, sempre fico entusiasmado ao ler homenagens assim; mãe é mãe.”  Alguns dias depois, vejo o Humberto no maior chamego com a sua mamãe, então fui acometido de uma mágica alegria. É... Mas não parou por aí... O Joaquim Correia vem e me fala dos bolinhos de fubá que sua saudosa mãe fazia. Enquanto falava, o “Quinca” tinha aquele brilho especial nos olhos. Chegou a minha vez, lembrei-me do cafuné que minha mãe me fazia... Eu dormia em seu colo, acordava e via o rosto meigo de um anjo a zelar por mim. “Desculpem pelo desabafo, gente... Afinal, todo dia é dia é dia das mães, no céu e na terra.” 
Novembro/1998