PELA ESCOLA DA VIDA
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| ILUSTRATIVA |
Poucos dias depois que foi
publicada no Jornal de Patrocínio, a crônica de minha autoria, intitulada ANJO
MULHER, em homenagem ao dia das Mães, encontrei-me com o Empresário Luiz
Alberto Ribeiro, que fez o seguinte comentário: “Célio, quero parabenizá-lo pela
belíssima crônica, que realmente diz tudo sobre as mães, fiquei emocionado.”
Quase três meses depois, falecia Dona Nilza (77 Anos), mãe do amigo Luiz
Alberto. Recebi a notícia com um aperto no coração, mas dediquei a ela minhas
orações e recordei-me do testemunho recente de um dos seus dez filhos... Senti
um certo acalento, pois Dona Nilza viveu cercada de muito carinho, reverenciada
como uma mãe deve e merece ser. O Jornalista Humberto Correia também publicou a
crônica ANJO MULHER em seu Jornal Correio Regional... Ao nos pedir autorização
para transcreve-la, assim se expressou: “Nossa, que coisa mais linda, sempre
fico entusiasmado ao ler homenagens assim; mãe é mãe.” Alguns dias depois, vejo o Humberto no maior
chamego com a sua mamãe, então fui acometido de uma mágica alegria. É... Mas
não parou por aí... O Joaquim Correia vem e me fala dos bolinhos de fubá que
sua saudosa mãe fazia. Enquanto falava, o “Quinca” tinha aquele brilho especial
nos olhos. Chegou a minha vez, lembrei-me do cafuné que minha mãe me fazia...
Eu dormia em seu colo, acordava e via o rosto meigo de um anjo a zelar por mim.
“Desculpem pelo desabafo, gente... Afinal, todo dia é dia é dia das mães, no
céu e na terra.”
Novembro/1998
