"Escreve
aí: Vou valorizar o seu (...) porque ele é o meu
melhor funcionário, meu braço direito"...
- O
que você diria de uma pessoa que assumisse um compromisso dessa envergadura, e
depois fizesse exatamente o contrário? Ignorando completamente o sentimento
alheio, em detrimento de agradar outrem, que nem de longe tem a mesma
competência daquele, que ficou equidistante de ter sua dedicação profissional
reconhecida com justiça? Sem falar naquela velha amizade, que foi tão desprezada, desconsiderada? CAFIFA!!! E pensar que tem gente, cuja palavra empenhada é de caráter irreversível e irrevogável! Mas infelizmente, "aquele outro tipo" ainda terá voz e vez, enquanto concedermos o poder para "qualquer um"...