A ORAÇÃO DO POETA
“No compasso do coração, a saudade fica
à vontade, ironiza e às vezes chega a incriminar”! Posso “orar” por ela, ficar
feliz pela alegria dela, mas seguimos por caminhos diferentes... Vivemos em
“linhas paralelas”, tão perto e tão distantes ao mesmo tempo. Fico mesmo
confuso, entre tantas idas e vindas de lembranças tantas. Talvez por isto tenha
me tornado um poeta... Afinal, tecer versos de amor não nos oprime e nem nos
torna “perdedores ou diferentes”; Apenas demonstram que vivemos a vida com
muita intensidade, sabendo descreve-la com riqueza de detalhes e um “temperinho
de saudade”...
“Afinal, que prece será esta, capaz de consolar, de deixar triste e alegre”? Ora, são as páginas soltas de tantos caminhos, “decisões e renúncias”; Que seguem seu destino... Até uma criança desvenda o enigma, nas entrelinhas que rimam! Um conjunto de frases arquitetadas e deliberadamente dirigidas aos mais ousados sentimentos da paixão! O nome do autor pode até ficar no anonimato. Mas não importa, pois certamente “alguém" sempre saberá! Mesmo que por omissão "ou receio do que já passou", deixe imperar o silêncio absoluto... Como se não tivesse qualquer importância. É... Só que na verdade muitas coisas podem até ser ignoradas, mas não esquecidas ou destruídas! “O passado é às vezes um perigoso brinquedinho do tempo; Mas não deixa de ser também uma das mais raras e preciosas jóias do texto da nossa história”... Nada e nem ninguém muda isto. *Célio Gomes
“Afinal, que prece será esta, capaz de consolar, de deixar triste e alegre”? Ora, são as páginas soltas de tantos caminhos, “decisões e renúncias”; Que seguem seu destino... Até uma criança desvenda o enigma, nas entrelinhas que rimam! Um conjunto de frases arquitetadas e deliberadamente dirigidas aos mais ousados sentimentos da paixão! O nome do autor pode até ficar no anonimato. Mas não importa, pois certamente “alguém" sempre saberá! Mesmo que por omissão "ou receio do que já passou", deixe imperar o silêncio absoluto... Como se não tivesse qualquer importância. É... Só que na verdade muitas coisas podem até ser ignoradas, mas não esquecidas ou destruídas! “O passado é às vezes um perigoso brinquedinho do tempo; Mas não deixa de ser também uma das mais raras e preciosas jóias do texto da nossa história”... Nada e nem ninguém muda isto. *Célio Gomes
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