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| IMAGEM ILUSTRATIVA |
Lá vem o lápis, faz tabelinha com
a caneta, toca para o giz, leva uma rasteira da vassoura... A enxada entra na
disputa, dá um rapa legal, do lado direito desce o rodo... O esfregão se
“esparrama”, esbarra na borracha, surge o corretivo, vai junto com o espanador
que se esborracha de encontro ao livro... A coisa fica feia, o dicionário não
sabe como se expressar, o apontador fica cego, a trave embaralha os olhos do
Juiz, a prosperidade, inibida, se encolhe toda na boca do túnel... As torcidas se
agitam, faixas de protestos tremulam ao vento. Indignados, os cartolas deixam
os bastidores, entram no campo da vida, digo, do jogo, abrem um minúsculo baú,
retirando do seu interior o salário mínimo, que logo de cara sai solando
pesado, cuspe na platéia... “O quadro fica negro”, a poeira levanta,
redemoinhos se agigantam, misturam tudo, a confusão é soberana, as regras saem
de fininho rumo ao esgoto, com destino ignorado. Entrementes... "Quebra o
pau"!!! Desarmonia generalizada...
-Explicando...
Esta crônica foi uma sátira que fiz a
respeito da maneira que é tratada a Educação em nosso País (e em várias partes do Mundo) e que faço questão de publicar novamente.Toda Profissão é digna e merecer ser remunerada de forma justa. "Não é justo deixar de dar o merecido valor a importância que cada uma representa para a Sociedade em geral". Ponto. *Célio Gomes
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