Tanto
demorou a “carruagem”, que ao passar os cães estavam velhos demais para latir e
“abanar o rabo”...
"Silenciosas", as carruagens foram depois parar em
museus, (menos "uma" que ficou a serviço do destino) pois novos possantes veículos tomaram seus lugares. Putz! Não era isto que queria dizer. "Obrigado nobre Maestro pela nova oportunidade". Agora vai:
“Sempre haverá
uma esperança para cada coração, ainda que com oportunidades reduzidas e
anseios sabotados por falsidades tantas”! As pessoas mudam. Quase tudo muda.
"Só não mudam os meios de conjugar os verbos e trabalhar a rima”. EN!!!
Tudo passa. GRAÇAS A DEUS!!! *Célio Gomes
CÉLIO GOMES,
EDITOR E REDATOR DOS BLOGS:
CÉLIO GOMES - ESCRITOR E POETA: CELIOGOMESPTCBLOGSPOT.COM
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