Impossível não recordarmos daquelas “historinhas” que ouvíamos nos tempos da “Escolinha...” Uma que sempre me impressionava e emocionava era a da Formiga e a Cigarra. “Enquanto a formiguinha trabalhava e armazenava seus alimentos, a malandrinha da Cigarra cantava e cantava... Veio então o inverno e junto com ele o castigo à cantora inconsequente; Sem nada para se alimentar, a Cigarra foi ficando triste, e até chegou a procurar ajuda junto a Formiga trabalhadora.” Uma história simples, porém de um conteúdo útil, digno de exemplo desde às criancinhas até os marmanjões! Na vida real acontece praticamente a mesma coisa: Tem gente que “rala” no serviço para adquirir apenas o necessário para sobreviver, e às vezes até consegue um “tiquinho mais” que lhe vale um certo conforto. Por outro lado, tem “aquele tipo” que sem a menor vocação de “suar a camisa”, curte a vida adoidado, se valendo das tantas estratégias de malandragem. São estes também os de “vista grande e aguçada”, que faz deles observadores passivos da vida alheia.
“Invejam os doces que o outro come, não assimilam quantos mamões o coitado rala.”
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| IMAGEM ILUSTRATIVA |
