Com Célio Gomes...
PELA ESCOLA DA VIDA
A VERACIDADE DO QUE VEM EXPRESSO
PELAS MÃOS, OU QUE SE PROPAGA PELO SONORO DAS PALAVRAS, FLUI DA VIGILÂNCIA DA
PRÓPRIA MENTE, OLHOS E OUVIDOS; NUNCA PELO QUE TRANSMITEM OS "INFORMANTES", ALIADOS À HIPÓCRITA CONVENIÊNCIA... (?).
Se você fala do mel, está obviamente falando do oposto do fel. Se você diz que “fulano” é um bom sujeito, precisamente está confirmando que ele não é ruim. Mas se você exagera na dose para tratar dos dois lados da questão, “é tiro e queda”: Cria um monstro e arranja um desafeto ou constrói (ou tenta) construir um grande ídolo. Melhor dosar com coerência tanto os termos do elogio quanto os das críticas. Ademais, em qualquer destas questões, “forçar muito nas bajulações” acaba colocando sob suspeita a “causa, razão e conclusão”.
Trocando em miúdos, “o tiro sai pela culatra”.
As comparações individuais são ainda mais duvidosas, “porque cada um é um”, ninguém pode ou quer ser uma cópia exata...
