Fonte: Evangelizar,
nossa missão
PAIXÃO DO SENHOR | SEXTA-FEIRA
![]()
*
São
Luís Scrosoppi.
![]()
![]()
EVANGELHO
DO DIA
![]()
:
![]()
(Jo
18,1-19,42) Ano A
![]()
03.04.26
![]()
PROCLAMAÇÃO
do Evangelho
de
Jesus Cristo + segundo João.
*
![]()
GLÓRIA
A VÓS, SENHOR!*
Naquele
tempo, 1 Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron.
Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2 Também Judas, o
traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus
discípulos. 3 Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas
dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4
Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e
disse:
Pres.:
“A quem procurais?”
Narrador
1: 5Responderam:
Ass.:
“A Jesus, o Nazareno”.
Narrador
1: Ele disse:
Pres.:
“Sou eu”.
Narrador
1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6 Quando Jesus disse: “Sou eu”,
eles recuaram e caíram por terra. 7 De novo lhes perguntou:
Pres.:
“A quem procurais?”
Narrador
1: Eles responderam:
Ass.:
“A Jesus, o Nazareno”.
Narrador
1: 8Jesus respondeu:
Pres.:
“Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se
retirem”.
Narrador
1: 9 Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:
Pres.:
“Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.
Narrador
2: 10 Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do
sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11
Então Jesus disse a Pedro:
Pres.:
“Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”
Narrador
1: 12 Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus
e o amarraram.
13
Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote
naquele ano. 14 Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:
Leitor
1: “É preferível que um só morra pelo povo”.
Narrador
2: 15 Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era
conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16
Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do
Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para
dentro. 17 A criada que guardava a porta disse a Pedro:
Ass.:
“Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”
Narrador
2: Ele respondeu:
Leitor
2: “Não”.
Narrador
2: 18 Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo,
pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19 Entretanto, o Sumo
Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.
20 Jesus lhe respondeu:
Pres.:
“Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde
todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21 Por que me interrogas?
Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.
Narrador
2: 22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma
bofetada, dizendo:
Leitor
1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”
Narrador
2: 23Respondeu-lhe Jesus:
Pres.:
“Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”
Narrador
1: 24 Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão
Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:
Leitor
2: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”
Narrador
1: Pedro negou:
Leitor
1: “Não!”
Narrador
1: 26 Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro
tinha cortado a orelha, disse:
Leitor
2: “Será que não te vi no jardim com ele?”
Narrador
2: 27 Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28 De Caifás,
levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não
entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29
Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
Leitor
1: “Que acusação apresentais contra este homem?”
Narrador
2: 30 Eles responderam:
Ass.:
“Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”
Narrador
2: 31 Pilatos disse:
Leitor
2: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”.
Narrador
2: Os judeus lhe responderam:
Ass.:
“Nós não podemos condenar ninguém à morte”.
Narrador
1: 32 Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte
havia de morrer. 33 Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e
perguntou-lhe:
Leitor
1: “Tu és o rei dos judeus?”
Narrador
1: 34 Jesus respondeu:
Pres.:
“Estás dizendo isso por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”
Narrador
1: 35 Pilatos falou:
Leitor
2: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim.
Que fizeste?”.
Narrador
1: 36 Jesus respondeu:
Pres.:
“O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus
guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu
reino não é daqui”.
Narrador
1: 37 Pilatos disse a Jesus:
Leitor
1: “Então, tu és rei?”
Narrador
1: Jesus respondeu:
Pres.:
“Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho
da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.
Narrador
1: 38 Pilatos disse a Jesus:
Leitor
2: “O que é a verdade?”
Narrador
2: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes:
Leitor
1: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39 Mas existe entre vós um costume, que
pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”
Narrador
2: 40 Então, começaram a gritar de novo:
Ass.:
“Este não, mas Barrabás!”
Narrador
2: Barrabás era um bandido. 19,1 Então Pilatos mandou flagelar Jesus.
Ass.:
2 Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus.
Narrador
2: Vestiram-no com um manto vermelho, 3 aproximavam-se dele e diziam:
Ass.:
“Viva o rei dos judeus!”
Narrador
2: E davam-lhe bofetadas. 4 Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
Leitor
1: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não
encontro nele crime algum”.
Narrador
1: 5 Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto
vermelho. Pilatos disse-lhes:
Leitor
1: “Eis o homem!”
Narrador
1: 6 Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
Ass.:
“Crucifica-o! Crucifica-o!”
Narrador
1: Pilatos respondeu:
Leitor
1: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime
algum”.
Narrador
1: 7 Os judeus responderam:
Ass.:
“Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho
de Deus”.
Narrador
2: 8 Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9 Entrou outra
vez no palácio e perguntou a Jesus:
Leitor
1: “De onde és tu?”
Narrador
2: Jesus ficou calado. 10 Então Pilatos disse:
Leitor
1: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e
autoridade para te crucificar?”
Narrador
2: 11 Jesus respondeu:
Pres.:
“Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto.
Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.
Narrador
2: 12 Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:
Ass.:
“Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei,
declara-se contra César”.
Narrador
1: 13 Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no
tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico Gábata”. 14 Era o dia da
preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:
Leitor
2: “Eis o vosso rei!”
Narrador
1: 15 Eles, porém, gritavam:
Ass.:
“Fora! Fora! Crucifica-o!”
Narrador
1: Pilatos disse:
Leitor
1: “Hei de crucificar o vosso rei?”
Narrador
1: Os sumos sacerdotes responderam:
Ass.:
“Não temos outro rei senão César”.
Narrador
2: 16 Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17
Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico
“Gólgota”.
18
Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio.
19
Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava
escrito:
Ass.:
“Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
Narrador
2: 20 Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi
crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico,
latim e grego.
21
Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:
Ass.:
“Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos
judeus’”.
Narrador
2: 22 Pilatos respondeu:
Ass.:
“O que escrevi, está escrito”.
Narrador
2: 23 Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em
quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida
sem costura, em peça única de alto abaixo. 24 Disseram então entre si:
Ass.:
“Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”.
Narrador
2: Assim se cumpria a Escritura que diz:
Ass.:
“Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”.
Narrador
1: Assim procederam os soldados. 25 Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua
mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver
sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:
Pres.:
“Mulher, este é o teu filho”.
Narrador
1: 27 Depois disse ao discípulo:
Pres.:
“Esta é a tua mãe”.
Narrador
1: Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso,
Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse
até o fim, disse:
Pres.:
“Tenho sede”.
Narrador
1: 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja
embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e
disse:
Pres.:
“Tudo está consumado”.
Narrador
1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
(Todos
se ajoelham - Silêncio.)
Narrador
2: 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os
corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa
solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e,
depois, do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de
Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um
soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35 Aquele
que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a
verdade, para que vós também acrediteis. 36 Isso aconteceu para que se
cumprisse a Escritura, que diz:
Ass.:
“Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.
Narrador
2: 37 E outra Escritura ainda diz:
Ass.:
“Olharão para aquele que transpassaram”.
Narrador
1: 38 Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — mas às
escondidas, por medo dos judeus —, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39 Chegou também
Nicodemos, o mesmo que tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns
trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40 Então tomaram o corpo de
Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus
costumam sepultar.
Narrador
2: 41 No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um
túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado.
42
Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que
colocaram Jesus.
![]()
PALAVRA
DA SALVAÇÃO
![]()
*
![]()
GLÓRIA
A VÓS, SENHOR
Célio Gomes/Administrador do Complexo Online Em Cima da Linha, de Patrocínio/MG - Brasil
