Célio Gomes
Em quase tudo na vida, a qualidade ganha da quantidade de “goleada”! Assim são com as frutas que você colhe, ou compra; com a espécie de gente que lida; marca do calçado, do som ou eletrodoméstico que usa; ferramenta com a qual trabalha; veículo que dirige e etc. e tal.
Com a Comunicação seria a mesma coisa, se não fosse catastroficamente pior. Porque está aí um grande poder, que pode ou não ser benéfico à Sociedade. Estando do lado da verdade, obviamente não vai participar da construção de falsos ídolos e ou promover o que quer que seja que não combina com o princípio ético em prol do bem comum.
Até o conjunto em si das páginas da nossa vida nos incomodam, pois numa autocrítica corajosa, certamente nem todas elas seriam aprovadas por nós mesmos.
Até inerente ao fato de que, "obviamente", é eleito o político que obtém mais votos; e aí se o dito cujo "proceder lambanças", como tratar sobre aqueles eleitores que se lhe confiaram seus votos?! Eta! A única saída é "lamentar copiosamente" e aguardar as próximas eleições... Se informar melhor, para "então sim", tascar na urna um voto de qualidade!!!
O fator qualidade não está acima do bem e do mal, mas está muito além dos nossos anseios de perfeição, digladiando com a nossa ousada tarefa de “viver.” CAFIFA!!!
