Não se pode culpar o Prefeito de Patrocínio pela realização do Concurso Público, que se fazia uma iniciativa urgentíssima. É verdade que muitos perderam seus empregos, por não terem tido êxito no dito cujo. O que muita gente contesta é o número de vagas que foi disponibilizado; neste caso, uma coisa estranha, "sem eira nem beira". A explicar: "A menor (bem nenor) que o então atual número de Funcionários Contratados". Não poderia dar noutra coisa, né? Mas se a realização do tal Concurso era um "remédio amargo", convenhamos que se tratava de um remédio extremamente necessário! Claro, melhor ainda se tivesse tido um planejamentoi melhor, contemplando de fato os Cargos a serem "imprescindivelmente preenchidos". Contudo, deveras que tem chamado bastante a atenção, que alguns dos Funcionários demitidos estarem sendo novamente contratados; E o pior disso é que se vislumbra "uma mãozinha" do (arg!) apadrinhamento político. CAFIFA! Digam-me: "De que adianta assentar cem tijolos, ao mesmo tempo que se derruba duzentos"? Ou seja, faz uma coisa certa e meia dúzia de atitudes do estilo "DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS"? Caramba! Lascando esse "tirambaço no próprio pé", justo num ano eleitoral, não dá outra: Faz o "o lado de lá" rir atoa, até as orelhas... Tempo: Tic, tac, tic, tac...