"SENTENÇAS"...
Sob as quais vivemos na nossa mera, simples e ao mesmo tempo "complexa condição" de Seres Humanos que somos...
Daí pergunto para mim mesmo: "Quem não liga, nunca liga" em proceder mal pelo bel prazer de ver seu Próximo sofrer e se decepcionar por demais com suas atitudes, será de fato Ser Humano "também"?! Olha gente, que às vezes tenho minhas dúvidas viu...
Hoje vi uma jovem Mãe olhando seu filhinho "Pequetito" com tanto carinho, com tão mágica e esmera maneira, que acabei chorando de emoção e alegria! Não a conheço, mas ali naquele momento foi como se novas esperanças nascessem dentro do meu coração, que anda tão "dolorido" ultimamente... Renasceu a Crença que por várias vezes detive e deixei escapar por uma "vulnerabilidade" que sempre procuro afastar do meu eu, mas que sempre volta, volta e volta... Quero que vá para longe, para que me sinta mais seguro! Mas bem conheço meus limites, sei que por tão pouco, por quaisquer atitudes regadas a farsas, ("e segue lista de maldades") fico oprimido, quase a beira do "estar sorumbático"...
Sei que tem gente por aí que se me acha forte para enfrentar coisas tais; "Não sou não"! Em muitas ocasiões me encho de coragem, "especialmente" se defendo meu Próximo contra quaisquer injustiças que seja; Mas a realidade é que nunca fui seguro o bastante para defender “eu mesmo”... Quer me deixar sem fome, sem sono e muito triste, basta me dirigir pequena grosseria; Talvez porque não gosto e jamais faço tal "violência" contra ninguém. O que não significa que seja perfeito; Mas no "mínimo" desconfiando que tenha ofendido outrem, levo a grandeza e a humildade de pedir desculpas e até perdão.
Mas vivo "cercado de sentenças"; Tecidas "minuciosamente", desde o premeditado ao desejado ímpeto de se me levar quase a "desistir"... Então "por que nunca desisti se sou tão fácil de se me deixar muito chateado"?! Acho que ainda não descobri.
Mas pelo menos chego em Casa, onde sempre encontro muita paz e carinho... Depois sei que preciso enfrentar o Mundo "lá fora"; Que vou me decepcionar de novo e de novo. Puxa! Num deixa eu fazer uma coisa dessas com ninguém não, Querido Deus.
Opto "se preciso for" até em voltar mesmo definitivamente "Para Casa" no "expresso do sono profundo"! Mas não permita que me descontrole e faça aos outros "o que dói tanto quando fazem a mim"... Deixa não! Eu imploro. Aguento as "sentenças", de algum modo; Mas não suportaria a ser eu o cara à "bater o martelo"! Haec est tua causa. *Célio Gomes/Editor
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