Certa vez, chegando à determinada
Igreja, deparei-me com um moço que dizia “seguir” a tradição do pai, que ia ali
diariamente. Não sei por que, não senti sinceridade nas suas palavras, daí
pensei, mas não falei: “Vai ver nem tem certeza do banco preferido do pai! E se
seu filho proceder da mesma forma, sequer saberá decerto qual Templo o pai realmente frequentava”... Coisas minhas. Sei que sou chato. “Mas que muita gente por aí
se esforça para mostrar a cara que não tem para a sociedade, isto é fato”!!!
E +ESSA:
O filho observava sempre as
atitudes do pai em relação ao seu “estimadíssimo chapéu”, que o dito cujo
tirava em gestos bem ensaiados, tão logo cruzava com uma importante autoridade.
Dependendo do “figurão” chegava até de “amassar” o sombreiro entre as mãos...
Intrigado com toda aquela “encenação discriminatória”, o menino perguntou ao
pai: “Puxa, mas por que tira tanto o chapéu quando passa por determinadas
pessoas”? E ouviu: “Ora, é em sinal de
respeito, claro”. E o fedelho concluiu: “Pois então, se não usasse o chapéu,
respeitaria todo mundo, não é”?! Feliz aquele que pratica a igualdade de
forma simples, sem ter que descobrir a sua parte mais alta, "para descer ao
ridículo do mais baixo"...
PROPÍCIA REFLEXÃO
Muita gente diz exageradas repetida
vezes: “Fulano, precisamos sentar para resolvermos aquele assunto”. Outros
preferem a “ênfase”: “Não esqueci não, viu? Saiba que estou olhando aquele
(...) para você com muito carinho”. Certo é que nem um vai dar “calo na
poupança” de tanto “sentar” e nem outro se arrisca a ficar “cego” de tanto
“olhar” para sabe-se lá o quê. CAFIFA!!!
E DURMAM COM ESTA:
Assim que para o Repórter, sua
melhor reportagem sempre será aquela a ser feita, para a pessoa ruim sua melhor
canalhice será sempre a próxima destilação do seu veneno; "Prevalecendo o
deleite em voga"... Chegamos nus ao mundo, mas ficamos realmente
desnudos ao nos trajarmos para enganar nós mesmos. Perder, ganhar, cair e
levantar é só a conseqüência do custo da existência. “O nunca é o bastante” e
o “errar é humano” é a bem da verdade uma baita armadilha de cambão leve! Somos o que nos tornamos.
E se nos transformamos em monstros é porque burlamos todas as regras do
preceito básico da nossa constatação "matéria"! Não seríamos criados para odiar e
destruir. Mas foi facultado à nossa vontade tecer um universo para provocar as
nossas ambições, por mais ocultas que estivessem no mais profundo do nosso íntimo. "Para
o bem ou para o mal"... Ao ápice do Projeto Espiritual, ou ao
marasmo do Plano Material, este meramente transitório e desvalido... *Célio Gomes/Editor
BLOG EM CIMA DA LINHA: cfgomes.blogspot.com
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CÉLIO GOMES/EDITOR DO GOOGLE,
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