No meu tempo, tivemos uma Juventude agitada, namoramos bastante... "Escrevíamos e recebíamos também muitas cartas românticas". Havia “a troca de olhares" durante a celebração de Missas nas Igrejas; Passeando de mãos dadas com as namoradas no então charmoso “vai e vem” da tradicional Praça Santa Luzia, ou "de boa" em seus bancos e nos da Praça da Matriz... Lembrando, "que então havia paz", e ninguém incomodava os casais de namorados (ou a quem quer que fosse...). Claro, também curtíamos o romântico e caloroso ambiente nos dois Cinemas da época, “Cine Rosário e Cine Patrocínio”. Imperava muito respeito, pois antes de qualquer coisa era preciso "permissão" dos pais da moça para namorá-la... Fazíamos serenatas, deixávamos flores na janela da amada... Porém, nem tudo era motivo para sorrir, pois doía muito quando se levava um “fora”! Neste caso, sabendo que só outro amor seria a cura, “antídoto”, logo já “tava noutra também”! Eh, eh... Mas às vezes era a gente que terminava o caso. Deve que pra variar, havia “choro” pelo outro lado, né?! Certamente, nossa Geração não deve “julgar” os Jovens de hoje, (porque num tem mais serenata, vai e vem, etc. e tal) mesmo porque o tempo é assim mesmo; “Fragmentado em épocas, e cada uma formatando o amor (e tudo mais) à sua moda, característica”... Não me atrevo a dizer “evolução”, pois a meu ver, qual estilo seja “namoro é sempre namoro” e nunca sairá de moda! Conforta saber que o romantismo não morre jamais!!! Apenas se adapta ao estilo que poderia se denominar de “novos tempos”. Viva os eternos enamorados! “Só á agradecer”. E vida que segue... By *Célio Gomes
www.emcimadalinha.com "O SITE DO BEM"!