*Por Célio Gomes
Sou - É comum um funcionário público, tanto a nível Federal, Estadual ou Municipal, que ocupa um cargo em comissão, dizer: Eu SOU chefe de tal Departamento, eu SOU secretário da pasta tal. Mas na verdade, esta é uma situação funcional que pode mudar a qualquer momento. De acordo com as circunstâncias, esse servidor poderá ser convidado a deixar o cargo, ou ser imposto a mudar de atividades, dentro do próprio Serviço Público.
Estou - Estou chefe,
etc. É uma expressão mais acessível aos subordinados hierarquicamente, ou mesmo
á clientela, pois a receptividade da mesma valorizará a pessoa revestida de
importante função. E nas grandes funções, ou melhor, dizendo, “no cargo de
chefe,” devem permanecer as boas normas de convivência, visando maior
eficiência e produtividade. E é importante salientar que o comportamento dos
referidos trabalhadores está extremamente exposto ao julgamento do povo... E é
claro e evidente que, uma linha de conduta antipática por parte de um elemento
do primeiro Escalão se transforma numa catapulta autossuficiente para atingir
ao mandatário maior.
Quem não se cuida, culmina por aceitar “embrulhadinho”, em colorido papel de presente, uma autentica versão do “Cavalo de Troia...” Aí então o suicídio político é só uma questão de tempo.
