*Por Célio Gomes
Olha em volta, sussurra alguma coisa e estende o olhar para o infinito... Quantas perguntas devem estar sendo feitas naquele momento, num vai e vem danado, como chuvas de bumerangues! Quando o questionamento “retumba,” as respostas se embaraçam em enigmas... Falta o ar, falta coragem para emparelhar e somar os acertos, as tantas falhas; sobram motivos para indagar aos céus... As mãos tateiam num escuro assustador, procuram o “candeeiro,” sequer encontram a mais tênue luz dos inocentes pirilampos! Até o orgulho fica por demais acanhado, a vaidade vai aos tropeços com os passos que seguem à lugar nenhum! Não mais importa o tempo, não mais... (???).
TEMPO, TEMPO, TEMPO, O QUE É MAIS ASTUTO QUE TU?!
