*Por Célio Gomes
Nenhum de nós, com certeza, veio ou meramente chegou a este Mundo para flertar com os encantos incautos e ilusões que se nos deparamos em cada esquina por essa vida afora... Mas o livre arbítrio acabou se intrometendo e cumpliciando para com nossa fraqueza, nos tratando como marionetes, "indo de um lado para outro," ousando confrontar imprevisíveis forças, sem estarmos aptos para vencê-las todas.
Para "o quê" de fato estamos preparados, nunca sabemos de concreto, sendo alvos frequentes de tantas adversidades. É evidente que para cada atitude, missões, demandas pessoais e ou profissionais, há necessidade de buscar conhecimentos, que caracterizam a exigência para cada etapa destas... "Sabendo que estamos tecendo capítulos da nossa história/terrena."
Mas, na nossa mera condição humana, ás vezes discriminamos outrem, por não concordar com seus princípios e ou mesmo com um estilo de vida que não condiz com a nossa criação... Nada disso significa que rejeitamos nosso próximo, mas sim que nos reservamos o direito de não "promover ações e preferências" com as quais não compactuamos. É de bom tino que cada lado opte sabiamente em não confundir e embaralhar as coisas...
Odiar e guardar mágoa é fácil, procurar entender o "espaço alheio" é tão difícil quanto conceder o perdão absoluto; mas não é e jamais será uma tarefa impossível! Cabe á abordagem recíproca, regiamente lapidada, para que impere o argumento sincero, sem margens à sons que retumbam e carregam consigo quaisquer possibilidades de respeito e generosidade do acerto franco; "se nos qualificando sem distinções, no racional humano, temente a Deus."
