Jesus condenou veementemente a falsidade, a hipocrisia e a mentira, alertando que "nada há de escondido que não venha a ser revelado" (Lucas 12:2). Ele chamou a hipocrisia de "fermento dos fariseus", comparando os falsos religiosos a sepulcros caiados—bonitos por fora, mas cheios de podridão por dentro. Jesus exigiu integridade e coerência (sim, sim; não, não), denunciando a mentira como característica do Diabo, o "pai da mentira".
